Nutrição · Tratamento com GLP-1 (Ozempic, Wegovy, Mounjaro, Saxenda)
O medicamento é assunto do seu médico. A sua alimentação é o meu.
Se você está em tratamento com um análogo de GLP-1 prescrito pelo seu médico, o apetite muda — e a alimentação precisa mudar junto. Comer menos não é o mesmo que comer bem. É aí que o acompanhamento nutricional faz diferença.
Acompanho a alimentação de mulheres nesse período: o que comer, como se alimentar bem com pouco apetite, como cuidar dos nutrientes que o corpo continua precisando — e como construir hábitos que se sustentem no tempo.

Transparência
Quero ser transparente com você desde o início. As duas coisas funcionam melhor juntas — cada uma no seu lugar.
Não prescrevo medicamentos. Não indico, não ajusto dose, não oriento você a começar ou a parar nada. Isso é competência exclusiva do médico. Dúvidas sobre o medicamento, sobre efeitos que você está sentindo ou sobre a condução do tratamento devem ser levadas ao seu médico.
Cuido da sua alimentação. Avalio seu estado nutricional, monto um plano alimentar individualizado, acompanho sua composição corporal, oriento sobre nutrientes e ajudo você a construir hábitos alimentares consistentes.
Por que a alimentação importa
Quando o apetite diminui, a quantidade de comida diminui junto. Isso é esperado.
O que muita gente não pensa é no que vem embutido nessa redução: junto com a quantidade, caem também os nutrientes. Menos comida no prato significa, sem ajuste, menos proteína, menos ferro, menos cálcio, menos vitaminas.
E o corpo não deixa de precisar dessas coisas só porque a fome passou.
O foco do trabalho nutricional nesse período é fazer pouca comida entregar muito nutriente.
Cada refeição precisa render mais do que rendia antes.
O que o acompanhamento cuida
Cada refeição precisa render mais do que rendia antes. É nisso que o trabalho nutricional se concentra durante o tratamento.
Atingir a meta de proteína do dia com pouco apetite não é comer mais — é comer melhor distribuído, com escolhas que cabem no volume que você consegue.
Do ponto de vista nutricional, o que interessa é de onde vem a perda de peso. Por isso o acompanhamento inclui avaliação de composição corporal, e não só a balança.
Ferro, cálcio, vitamina D, complexo B, zinco. Acompanho seus exames em conjunto com a conduta do seu médico e ajusto a alimentação — e, quando indicado, a suplementação dentro das competências do nutricionista.
Dois pontos simples que fazem muita diferença no bem-estar do dia a dia e que costumam ser esquecidos quando a ingestão diminui.
Aprender a montar um prato, entender porções, lidar com restaurante, festa, viagem e rotina corrida. Isso não é dieta — é educação alimentar. É a parte que fica com você para sempre.
Comer pouco pode virar comer mal — restrição, culpa, medo. Fico atenta a isso, porque nenhum objetivo justifica sacrificar a sua relação com a comida.
A janela
Existe uma coisa sobre esse período que quase ninguém comenta, e que eu considero a informação mais útil desta página inteira:
Aprender a comer bem é muito mais fácil quando o apetite não está brigando com você.
Construir hábito alimentar costuma ser difícil justamente porque a fome atrapalha. Quando ela está reduzida, esse obstáculo diminui — e a mudança que sempre pareceu impossível fica, de repente, viável.
Tratamentos têm começo, meio e fim. Hábitos, não.
Essa janela de oportunidade é o momento certo para fazer o trabalho que sustenta o resultado no longo prazo.

Como funciona
Histórico, hábitos, rotina, exames, avaliação de composição corporal e definição de objetivos nutricionais.
Construído para a sua realidade, sua rotina e o seu apetite atual — sem lista de proibidos, sem prato genérico.
Ajustes ao longo do tempo, reavaliação de composição corporal e acompanhamento dos exames em conjunto com a conduta do seu médico.
O objetivo final não é você depender de mim — é você saber se alimentar bem sozinha, com autonomia, no longo prazo.
NUTRIÇÃO E SAÚDE
Trabalho especificamente com a saúde nutricional da mulher — e há pontos que precisam de olhar dedicado durante esse período.
Mulheres que menstruam têm demanda maior de ferro. Quando a ingestão alimentar diminui, esse é um dos primeiros nutrientes a ficar em risco — e a deficiência costuma aparecer como cansaço e indisposição.
Importante: qualquer dúvida sobre medicamentos, contracepção, fertilidade ou planejamento de gravidez deve ser levada ao seu médico e ao seu ginecologista. Essas são decisões clínicas e não fazem parte do escopo do acompanhamento nutricional.
Para quem é
Não importa em que fase do tratamento você está — a avaliação nutricional é útil em qualquer momento, inclusive antes.
O que você recebe
Plano na palma da mão
Dúvidas direto comigo
Suplementos ideais
Benefícios exclusivos
Perguntas frequentes
Histórias reais

“Emagreci comendo muito, comendo certinho e sem passar vontade. Até minha vontade de doces diminuiu. Estou muito melhor agora.”
Tratamentos têm um fim. A forma como você se alimenta, não.
Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e não substitui a consulta médica, o diagnóstico ou o tratamento profissional. O uso de qualquer medicamento deve ser prescrito e acompanhado por médico. O acompanhamento nutricional é complementar e não substitui, em nenhuma hipótese, a conduta médica.